Meus heróis são estranhos.
Um punhado de filmes anacrônicos dos anos 1980, outro tanto vinha de grandes nomes que são requentados a toda hora por engajados de gabinete com frases de efeito, um super herói morcego e muitos esportistas.
Esses senhores dos filmes eles não me decepcionam. Continuam sendo esteriótipo de muita coisa que não aprovo, traços dos meus defeitos, mas dignos de perdão: são anacrônicos.
E o que dizer dos grandes nomes? Bem, como nunca sei se são eles os autores daquelas eloquentes frases, acabo tendo a inexata certeza de que eles não erram.
O Morcego? Bem, ele é o único que pode salvar o mundo do despotismo do Superman e seu bom-mocismo, então só posso admirá-lo.
O que me impressiona e faz chorar são os esportistas.
Sempre achei eles o mais interessantes, aqueles por quem não teria vergonha de acompanhar, que sabia serem históricos, reais e passíveis de grandes realizações. Achava que eram perfeitos e eternos.
Achava sim, que nenhum dos meus heróis poderia morrer. E a Tamburello provou que não era bem assim.
Achava sim, que eles voariam para sempre. Mas sem os Loony Tunes, os voos cessam.
Achava sim, que eles marcariam gols e evitariam tantos outros. Mas tucanar leva à descrença.
Achava sim, que levariam alegria à aristocracia. Mas as dores no quadril moem o verdeamrelismo da roupa.
Achava sim, que elas apagariam o fracasso sempre. Mas o joelho e o preconceito impedem cortadas.
E achava que alguns eram sobre humanos, aranhas, bailarinos. Mas também são soberbos, brincam e no escárnio perecem. Agora recolho os cacos, sei que esse meu herói ainda terá mais um ato. Voltará da dor, para o sucesso.
Mas tenho medo, mas não como aquela senhora que um dia foi atriz e hoje é cabo eleitoral de um velho senil.
Tenho medo, porque o que farei se descobrir que o Morcego não existe?
Um punhado de filmes anacrônicos dos anos 1980, outro tanto vinha de grandes nomes que são requentados a toda hora por engajados de gabinete com frases de efeito, um super herói morcego e muitos esportistas.
Esses senhores dos filmes eles não me decepcionam. Continuam sendo esteriótipo de muita coisa que não aprovo, traços dos meus defeitos, mas dignos de perdão: são anacrônicos.
E o que dizer dos grandes nomes? Bem, como nunca sei se são eles os autores daquelas eloquentes frases, acabo tendo a inexata certeza de que eles não erram.
O Morcego? Bem, ele é o único que pode salvar o mundo do despotismo do Superman e seu bom-mocismo, então só posso admirá-lo.
O que me impressiona e faz chorar são os esportistas.
Sempre achei eles o mais interessantes, aqueles por quem não teria vergonha de acompanhar, que sabia serem históricos, reais e passíveis de grandes realizações. Achava que eram perfeitos e eternos.
Achava sim, que nenhum dos meus heróis poderia morrer. E a Tamburello provou que não era bem assim.
Achava sim, que eles voariam para sempre. Mas sem os Loony Tunes, os voos cessam.
Achava sim, que eles marcariam gols e evitariam tantos outros. Mas tucanar leva à descrença.
Achava sim, que levariam alegria à aristocracia. Mas as dores no quadril moem o verdeamrelismo da roupa.
Achava sim, que elas apagariam o fracasso sempre. Mas o joelho e o preconceito impedem cortadas.
E achava que alguns eram sobre humanos, aranhas, bailarinos. Mas também são soberbos, brincam e no escárnio perecem. Agora recolho os cacos, sei que esse meu herói ainda terá mais um ato. Voltará da dor, para o sucesso.
Mas tenho medo, mas não como aquela senhora que um dia foi atriz e hoje é cabo eleitoral de um velho senil.
Tenho medo, porque o que farei se descobrir que o Morcego não existe?